Me, Serendipity

Me, Serendipity


Carol Froes. 19. Brasil. ♀
Eu moro nas tábuas de madeira e eu vou, provavelmente, escrever sobre você.
[Leia-me aqui.]



Be proud of your place in the Cosmos. It is small, and yet, it is.

— Cecil Palmer

(Source: nightshadetears, via virginiawoolfsmistress)




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(Source: earthlyspirit, via chelseawoosh)




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(Source: facebook.com, via lovequotesrus)




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Um toque qualquer tem bastado para que meu corpo acorde de um sono pesado e chame, em voz alta, um nome exato. E o nome não responde. E então o corpo termina de acordar e consegue, na maioria das vezes, se esquecer de pensar se isso realmente aconteceu ou se estava só sonhando, pra variar. E depois qualquer nome serve.

Carol Froes

13, agosto  (via sereiapoesia)




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(Source: souixxsan, via aminhapele)




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(Source: iridescen, via lesliekins)




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Eu escolho
um homem
que não duvide
de minha coragem
que não
me acredite
inocente
que tenha
a coragem
de me tratar como
uma mulher.

Anais Nin

(Source: oxigenio-dapalavra, via oxigenio-dapalavra)




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You loved a man who treated you like absinthe, half poison and half god. (…) And now you have your heart all to yourself again. A heart like a stone cottage. Heart like a lover’s diary. Hope like an ocean.

— Anais Nin in a letter to Clementine Von Radics

(Source: verbalsaturation)




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(via david-vrosa)




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No fue por ella, fue por ti y por mi, primero por mi porque nunca he podido entender ¿qué buscabas, qué buscas, qué te dan y qué te dieron ellas que yo no te di?

— Frida Kahlo 

(Source: daanieladugarte)




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(Source: shinystarrlight)




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(Source: nu-commonsense, via carrotflowerr)




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”(…) Sempre atento estou eu: 
ao menor sinal teu eu estou muito perto.

Só existe entre nós uma fina parede, 
coisa pouca, por acaso;
E se houvesse de tua boca ou da minha algum chamado,
Ela se desfaria 
sem alarme ou ruído.

De imagens tuas a parede é toda feita.

Imagens que em tua frente se põem - nomes.
E, tão logo se acende em mim a luz 
com que te reconhece a profundeza minha,
Ela some como um reflexo na moldura.

Se ao menos uma vez tudo se aquietasse…
Se se calassem o talvez e o mais-ou-menos e o riso à minha volta…
Se o barulho que fazem meus sentidos
Não perturbasse mais minha vigília…

Então, num pensamento múltiplo,
Poderia eu pensar-te até os teus limites
E possuir-te (só o tempo de um sorriso)
E oferecer-te a vida inteira, 
Como um agradecimento.”
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R. M. Rilke, Livro de Horas 




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