Me, Serendipity

Me, Serendipity


5T4S | Carol Froes. 18. Brazil. ∞
O palco é minha casa e, em meio a mil personagens, serei sempre a mesma atriz.
Aprendiz da vida. Eu sou asas. E achei cavalos-marinhos.

"Vai tua vida, pássaro contente. Vai tua vida, que estarei contigo."




(via livdancelove)




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(via des-construcao)




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(via caskaboo)




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Cielo L.

(Source: theworldofnati)




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(Source: n5corp, via somethinginmyliberty)




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talesfromthecreeps:

i want to kick and scream and throw tantrums but i am not 5




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sobre andar de ônibus e evitar o avião
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a estrada lambe as lágrimas e diz da dor:
não passará.

mas virará cristal líquido,
depois estilhaços
e por fim, vapor

Letícia Simões




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Ninguém fica. Ninguém fica. Ninguém fica. Ninguém fica. Repeti umas dez vezes como quem tem que memorizar uma coisa de extrema importância e mesmo assim óbvia. Ninguém fica. Ainda que eu tenha a sorte de achar alguém que fique até minha morte, depois que eu partir esse alguém repetirá sozinho na madrugada fria: ninguém fica.
E choro agora sozinha com barulho de grilos a me companhar enquanto penso que não dá certo, nem dará. Minhas tentativas desesperadas embrulhadas em sorrisos elegantes, minhas cartas de amor abortadas, minhas tentativas de me explicar. Me olho no espelho e choro, não me encaro porque sei que vou lembrar que sou tudo que tenho, que sou a única que sempre fica, e que não me quero. Não quero mais guardar nada. Amor, rancor, revolta, nada. Mas tenho gritado cada vez mais alto e ninguém me alcança. Eu não quero bancar a mulher moderna bem resolvida e pateticamente sozinha. Eu não quero falar de sexo. Não quero dar minha opinião sobre aborto, sobre cotas. Quero dormir em alguma praia olhando pras estrelas. Quero uma companhia tão inebriante que eu jogue a vodca no mar pra lhe dar a mão. Ando exausta de palavras, de opiniões, eu quero gente que tenha coragem de gritar, que aceite o ridículo, que esqueça do supostamente correto. Mas ninguém fica, somos brisas, e eu não quero ser árvore, quero companhia no voo. Alguém por favor me desmente e fica!

— Clara D. 

(Source: insubmissa, via bambeia)




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(Source: cicatrici-belle, via lets-escapetonight)




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(Source: theleoisallinthemind, via lliminal)




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Foram duas lágrimas. A primeira despencou rapidamente, como um suicida magrinho e sem talento. A segunda ficou um tempo ninada pelas bordas até que caiu já quase seca nem passando da metade do rosto. O sofrimento foi tão ralo que sequer alcançou o nariz. Fiquei com preguiça de alguma saudade surpresa crescer escondida e me apunhalar em brechas de fraqueza e carinho, mas ela nunca apareceu e agora, se chegasse, seria só uma fantasia bordada de última hora pelo tédio. (…) Era momento de adorar cabisbaixa uma história mas eu estava mais ocupada em me lançar cuidadosa aos dias que nem existiam.

Que nome tem estar cagando pra única coisa mais importante do mundo? Veja que desde o começo do ano passado, só pra citar tempos recentes, o amor já acabou três vezes. Acabou em março, em agosto e agora em fevereiro. Mas, só porque o cinismo nos dá gosto pelo jogo do contrário, posso dizer também que, desde o começo do ano passado, o amor já começou três vezes. Começou em janeiro, em junho e em novembro. Temos uma média de três a cinco meses tanto pro amor começar quanto pra ele acabar. O que significa que logo mais tamos aí. E depois tamos aí de novo. Como se essa coisa que tanto aconchega a loucura, como se essa coisa que tanto acidifica os cortes, como se essa coisa que tanto vulcaniza os tamanhos. Não passasse de um ping pong exato que satiriza as metáforas de profundidade.




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My voice doesn’t match my deep and solemn thoughts.

— Jean-Luc Godard 

(Source: murmurrs)




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I am neither sad
nor
happy

I am not
even
in that “middle place”
where people say
they feel nothing

Right now
I am just here

— H.I. 

(Source: murmurrs)




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(via routesix)




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